
A OUTRA MARGEM DO RIO IPIRANGA - UM AMAZONAS DE CONTROVÉRSIAS.
Companheiros, Daqui há alguns dias será 7 de setembro de 2009 e, depois de 187 anos, nós trabalhadores que fazemos este país ser grande, podemos ter orgulho real e emotivo pela primeira vez. Não pela sorte de o nosso Pré-sal ser tão pródigo em petróleo, mas por termos um trabalhador identificado com seu povo no comando depois de quase 200 anos de independência. Somos privilegiados de sermos contemporâneos a isto tudo.
Este é o outro lado da margem do Rio Ipiranga. Não li os jornais, mas escutei pelo rádio que para LULA este momento é uma nova independência do Brasil. Como professor de história, sempre reporto a pintura de Pedro Américo em que cavaleiros, junto com D.Pedro I declaram nossa independência. Na mesma pintura, no entanto, um trabalhador, condutor de carro de boi está do lado, mas não participa de nada e parece não entender nada.
Há um outro lado misterioso do nosso lendário Rio Ipiranga. Um pequeno riacho mas um Amazonas de controvérsias. Estamos atravessando para a misteriosa outra margem que Pedro Américo não retratou.
O Brasil já perdeu tanta riqueza, perdeu todo o ouro e sempre vendeu de joelhos e a preços ridículos os seus produtos. A disposição do nosso governo, de não exportar o óleo bruto do pré-sal, mas os derivados, multiplicando os ganhos é finalmente a palavra dos trabalhadores desde aquele 7 de setembro de 1822. Abraços
Companheiros, Daqui há alguns dias será 7 de setembro de 2009 e, depois de 187 anos, nós trabalhadores que fazemos este país ser grande, podemos ter orgulho real e emotivo pela primeira vez. Não pela sorte de o nosso Pré-sal ser tão pródigo em petróleo, mas por termos um trabalhador identificado com seu povo no comando depois de quase 200 anos de independência. Somos privilegiados de sermos contemporâneos a isto tudo.
Este é o outro lado da margem do Rio Ipiranga. Não li os jornais, mas escutei pelo rádio que para LULA este momento é uma nova independência do Brasil. Como professor de história, sempre reporto a pintura de Pedro Américo em que cavaleiros, junto com D.Pedro I declaram nossa independência. Na mesma pintura, no entanto, um trabalhador, condutor de carro de boi está do lado, mas não participa de nada e parece não entender nada.
Há um outro lado misterioso do nosso lendário Rio Ipiranga. Um pequeno riacho mas um Amazonas de controvérsias. Estamos atravessando para a misteriosa outra margem que Pedro Américo não retratou.
O Brasil já perdeu tanta riqueza, perdeu todo o ouro e sempre vendeu de joelhos e a preços ridículos os seus produtos. A disposição do nosso governo, de não exportar o óleo bruto do pré-sal, mas os derivados, multiplicando os ganhos é finalmente a palavra dos trabalhadores desde aquele 7 de setembro de 1822. Abraços
Aldo

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