
Amigos,
Uma amiga me escreveu algumas reflexões importantes. O que aconteceu com aquela educação que começa com: "Devolva o lápis do coleguinha", " Esse apontador não é seu, minha filhinha". Esta amiga não está sendo saudosista. Ela está certa! Em algum momento este paraiso de esperança recebida na infância se perde. Um elo da cadeia se quebra e a educação desanda. O resultado é que temos hoje uma geração de jovens que tem verdadeiro desprezo pela educação formal. São os adolescentes que governarão e serão governados no mais tardar daqui há dez ou quinze anos.
Há uma colisão em andamento. Um choque cultural pode ser visto nas infernais salas de aulas que temos nos dias de hoje, no mínimo a partir da 5ª série. As salas são verdadeiros laboratórios de loucura ou de física nuclear. Os professores chegam para os 10 minutos de intervalo arrancando os cabelos e não querem voltar após o breve descanso. Um mais nervoso que o outro, cheios de traumas, à beira de um colapso nervoso. Sindrome de Burnout é o resultado: desistência do educador por absoluto esgotamento. A desistência vai desde os pedidos de exoneração - segundo APEOESP, próximo de 2 mil no estado de SP, doação de sangue, uso de faltas justificadas, abonadas, ou o mais comum: a presença física com a ausência da alma nas salas de aula. O tiro de misericórdia é a sucessão de secretários da educação estadual sem solução plausível nenhuma e sem vontade de ouvir os professores: Neubauer, Chalita, Maria Helena, Paulo Renato. Putzzzzz!!!!
Uma amiga me escreveu algumas reflexões importantes. O que aconteceu com aquela educação que começa com: "Devolva o lápis do coleguinha", " Esse apontador não é seu, minha filhinha". Esta amiga não está sendo saudosista. Ela está certa! Em algum momento este paraiso de esperança recebida na infância se perde. Um elo da cadeia se quebra e a educação desanda. O resultado é que temos hoje uma geração de jovens que tem verdadeiro desprezo pela educação formal. São os adolescentes que governarão e serão governados no mais tardar daqui há dez ou quinze anos.
Há uma colisão em andamento. Um choque cultural pode ser visto nas infernais salas de aulas que temos nos dias de hoje, no mínimo a partir da 5ª série. As salas são verdadeiros laboratórios de loucura ou de física nuclear. Os professores chegam para os 10 minutos de intervalo arrancando os cabelos e não querem voltar após o breve descanso. Um mais nervoso que o outro, cheios de traumas, à beira de um colapso nervoso. Sindrome de Burnout é o resultado: desistência do educador por absoluto esgotamento. A desistência vai desde os pedidos de exoneração - segundo APEOESP, próximo de 2 mil no estado de SP, doação de sangue, uso de faltas justificadas, abonadas, ou o mais comum: a presença física com a ausência da alma nas salas de aula. O tiro de misericórdia é a sucessão de secretários da educação estadual sem solução plausível nenhuma e sem vontade de ouvir os professores: Neubauer, Chalita, Maria Helena, Paulo Renato. Putzzzzz!!!!

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