sexta-feira, 30 de abril de 2010

MILAGRES

MILAGRES?

1- Vou contar uma história. Uma vez, ao sair do comitê de campanha da Erundina, então candidata a prefeita em SP, eu estava no ponto de ônibus e, enquanto esperava, um mendigo se aproximou. Ele cheirava mal demais, mas eu não saia de perto para não caracterizar exclusão ou preconceito. No entanto, juro! O cheiro era de enxofre e aumentava exponencialmente, até que não aguentei mais e dei um só passo para traz. Viiiiche!!!! Lembro como se fosse hoje. Um ônibus daqueles monobloco que tinha antigamente, invadiu a calçada, passou raspando em mim e massacrou o mendigo jogando no ar, para longe, chocando-se com uma casa. Quebrou-se todo. Ficou indizível. Morreu!

2- Cerca de dois anos após, acho que em 1992, eu estava na Rua 24 de maio no centro de SP. Dei uma parada para ver se tinha dinheiro para tomar um chá. Percebi que alguém me olhava do outro lado da rua. Você não vai acreditar! Era o mendigo, com a mesma cara suja, os cabelos grugados de sujeira, um terno preto de sujeira e descalço. Mas ele tinha sido esmagado! Não sobrou nada! Quando olhei para ele, atravessou a rua direto para mim e pediu um real. Dei um real e minhas dúvidas aumentaram ainda mais desde então. Que negócio é esse? Além disso, o fato inicial foi na Av. Amador Bueno, na Penha. Em São Paulo não ocorrem coincidência assim, muito menos com um cara que vi morrer.

3-Vou te dizer o último capítulo desta história.
Muitos anos depois, já em 2001, dois caras me cercaram para me assaltar, próximo da favela do Sapé, no Rio Pequeno, Butantã. Eu morava há vinte metros dali. Ali a ROTA já tinha fuzilado uns bandidos numa certa noite. O lugar é onde foi preso o menor que supostamente teria atirado, no ano seguinte, em Celso Daniel – então prefeito de Santo André e provável ministro de Lula. Lá é próximo da USP e era uma tarde meio chuvosa de inverno quando as ruas estavam vazias. No meio do assalto, derrepente aparece um cara de chinelo de dedos de roupa mais do que simples, não tão sujo quanto o mendigo mas era a cara dele. Aparentava ter problemas mentais. Sorrindo muito daquele jeito desengonçado - tipo o Tonho da Lua, da novela mulheres de areia - apertou minha mão, com os caras me intimidando e tudo e depois apertou as mão dos bandidos. A coisa foi tão esquisita que estes desistiram de me assaltar. Inclusive, sairam rindo armados e tudo! Aquele cara diferente olhou de longe e fez tchau para mim, que fiquei alguns instantes esperando cair a ficha e não caiu até hoje.

A MÃO ESTENDIDA DE DEUS






QUANDO DEUS PESSOALMENTE NOS ESTENDE A MÃO

Na quinta feira, dia nove, entre uma reunião e outra, o empresário aproveitou para ir fazer um lanche rápido em uma pizzaria na esquina das ruas Yafo e Mêlech George no centro de Jerusalém.
O estabelecimento estava superlotado. Logo ao entrar na pizzaria, Moshê percebeu que teria que esperar muito tempo numa enorme fila, se realmente desejasse comer alguma coisa - mas ele não dispunha de tanto tempo.
Indeciso e impaciente, pôs-se a ziguezaguear por perto do balcão de pedidos, esperando que alguma solução caísse do céu.
Percebendo a angústia do estrangeiro, um israelense perguntou-lhe se ele aceitaria entrar na fila na sua frente. Mais do que agradecido, Moshê aceitou. Fez seu pedido, comeu rapidamente e saiu em direção à sua próxima reunião.
Menos de dois minutos após ter saído, ele ouviu um estrondo aterrorizador. Assustado, perguntou a um rapaz que vinha pelo mesmo caminho que ele acabara de percorrer o que acontecera. O jovem disse que um homem-bomba acabara de detonar uma bomba na pizzaria Sbarro`s... Moshê ficou branco. Por apenas dois minutos ele escapara do atentado. Imediatamente lembrou do homem israelense que lhe oferecera o lugar na fila.
Certamente ele ainda estava na pizzaria.
Aquele sujeito salvara a sua vida e agora poderia estar morto.
Atemorizado, correu para o local do atentado para verificar se aquele homem necessitava de ajuda. Mas encontrou uma situação caótica no local.
A Jihad Islâmica enchera a bomba do suicida com milhares de pregos para aumentar seu poder destrutivo. Além do terrorista, de vinte e três anos, outras dezoito pessoas morreram, sendo seis crianças. Cerca de outras noventa pessoas ficaram feridas, algumas em condições críticas.
As cadeiras do restaurante estavam espalhadas pela calçada.
Pessoas gritavam e acotovelavam-se na rua, algumas em pânico, outras tentando ajudar de alguma forma. Entre feridos e mortos estendidos pelo chão, vítimas ensangüentadas eram socorridas por policiais e voluntários. Uma mulher com um bebê coberto de sangue implorava por ajuda.
Um dispositivo adicional já estava sendo desmontado pelo exército. Moshê procurou seu 'salvador' entre as sirenes sem fim, mas não conseguiu encontrá-lo.
Ele decidiu que tentaria de todas as formas saber o que acontecera com o israelense que lhe salvara a vida. Moshê estava vivo por causa dele.
Precisava saber o que acontecera, se ele precisava de alguma ajuda e, acima de tudo, agradecer-lhe por sua vida.
O senso de gratidão fez com que esquecesse da importante reunião que o aguardava.
Ele começou a percorrer os hospitais da região, para onde tinham sido levados os feridos no atentado.
Finalmente encontrou o israelense num leito de um dos hospitais. Ele estava ferido, mas não corria risco de vida.
Moshê conversou com o filho daquele homem, que já estava acompanhando seu pai, e contou tudo o que acontecera. Disse que faria tudo que fosse preciso por ele. Que estava extremamente grato àquele homem e que lhe devia sua vida. Depois de alguns momentos, Moshê se despediu do rapaz e deixou seu cartão com ele. Caso seu pai necessitasse de qualquer tipo de ajuda, o jovem não deveria hesitar em comunicá-lo. Quase um mês depois, Moshê recebeu um telefonema em seu escritório em Nova Iorque daquele rapaz, contando que seu pai precisava de uma operação de emergência.
Segundo especialistas, o melhor hospital para fazer aquela delicada cirurgia fica em Boston, Massachussets. Moshê não hesitou. Arrumou tudo para que a cirurgia fosse realizada dentro de poucos dias. Além disso, fez questão de ir pessoalmente receber e acompanhar seu amigo em Boston, que fica a uma hora de avião de Nova Iorque. Talvez outra pessoa não tivesse feito tantos esforços apenas pelo senso de gratidão. Outra pessoa poderia ter dito 'Afinal, ele não teve intenção de salvar a minha vida: apenas me ofereceu um lugar na fila ' Mas não Moshê. Ele se sentia profundamente grato, mesmo um mês após o atentado. E ele sabia como retribuir um favor. Naquela manhã de terça-feira, Moshê foi pessoalmente acompanhar seu amigo - e deixou de ir trabalhar. Sendo assim, pouco antes das nove horas da manhã, naquele dia onze de setembro de 2001. Moshê não estava no seu escritório no 101.º andar do World Trade Center Twin Towers. (Relatado em palestra do Rabino Issocher Frand) 'Entrai pelas portas dele com gratidão, e em seus átrios com louvor; louvai-o, e bendizei o seu nome.' Salmos 100:4

quinta-feira, 29 de abril de 2010

A GUERRA ESPIRITUAL





A GUERRA ESPIRITUAL

O TER E A GUERRA PARA DEUS É SEMPRE ESPIRITUAL:
Por isso as frases:
Mateus 22, 21: "a Cesar o que é de César e a Deus o que é de Deus’ e
Efésios,6,12): “não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas”.

ALIMENTOS ESPIRITUAIS: orar, jejuar e a palavra.
ATITUDES NECESSÁRIAS: santidade (fazer o certo e verdadeiro), ser como criança e compaixão (amor ao próximo)

ORAR:
Tiago, 2,13 Está aflito alguém entre vós? Ore. Está alguém contente? Cante louvores. –
Salmo 141, 2 : Suba a minha oração, como incenso, diante de ti, e seja o levantar das minhas mãos como o sacrifício da tarde!
Mateus 21, 22: e tudo o que pedirdes na oração, crendo, recebereis.

JEJUAR :
Salmos 35 - 13 Mas, quanto a mim, estando eles enfermos, vestia-me de cilício, humilhava-me com o jejum, e orava de cabeça sobre o peito.
Esdras 8, 21: Então proclamei um jejum ali junto ao rio Ava, para nos humilharmos diante do nosso Deus, a fim de lhe pedirmos caminho seguro para nós, para nossos pequeninos, e para toda a nossa fazenda.

PALAVRA:
Gênesis 15: 1 Depois destas coisas veio a palavra do Senhor a Abrão numa visão, dizendo: Não temas, Abrão; eu sou o teu escudo, o teu galardão será grandíssimo.
Mateus, 4: Mas Jesus lhe respondeu: Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus.
Mateus, 8: 16 Caída a tarde, trouxeram-lhe muitos endemoninhados; e ele com a sua palavra expulsou os espíritos, e curou todos os enfermos;
Mateus 12, 34: Raça de víboras! como podeis vós falar coisas boas, sendo maus? pois do que há em abundância no coração, disso fala a boca.
Mateus 12, 36: Digo-vos, pois, que de toda palavra fútil que os homens disserem, hão de dar conta no dia do juízo.
Mateus 13, 35: para que se cumprisse o que foi dito pelo profeta: Abrirei em parábolas a minha boca; publicarei coisas ocultas desde a fundação do mundo.
Mateus 13, 10 - e chegando-se a ele os discípulos, perguntaram-lhe: Por que lhes falas por parábolas?
11 Respondeu-lhes Jesus: Porque a vós é dado conhecer os mistérios do reino dos céus, mas a eles não lhes é dado;
12 pois ao que tem, dar-se-lhe-á, e terá em abundância; mas ao que não tem, até aquilo que tem lhe será tirado.
13 Por isso lhes falo por parábolas; porque eles, vendo, não vêem; e ouvindo, não ouvem nem entendem.
14 E neles se cumpre a profecia de Isaías, que diz: Ouvindo, ouvireis, e de maneira alguma entendereis; e, vendo, vereis, e de maneira alguma percebereis.
15 Porque o coração deste povo se endureceu, e com os ouvidos ouviram tardamente, e fecharam os olhos, para que não vejam com os olhos, nem ouçam com os ouvidos, nem entendam com o coração, nem se convertam, e eu os cure.
Mateus 13, 19: A todo o que ouve a palavra do reino e não a entende, vem o Maligno e arrebata o que lhe foi semeado no coração; este é o que foi semeado à beira do caminho.
Mateus 15, 17: Não compreendeis que tudo o que entra pela boca desce pelo ventre, e é lançado fora?
19 Porque do coração procedem os maus pensamentos, homicídios, adultérios, prostituição, furtos, falsos testemunhos e blasfêmias.
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SANTIDADE:
II Pedro: 10 Virá, pois, como ladrão o dia do Senhor, no qual os céus passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se dissolverão, e a terra, e as obras que nela há, serão descobertas.
11 Ora, uma vez que todas estas coisas hão de ser assim dissolvidas, que pessoas não deveis ser em santidade e piedade,
12 aguardando, e desejando ardentemente a vinda do dia de Deus, em que os céus, em fogo se dissolverão, e os elementos, ardendo, se fundirão?
13 Nós, porém, segundo a sua promessa, aguardamos novos céus e uma nova terra, nos quais habita a justiça.
14 Pelo que, amados, como estais aguardando estas coisas, procurai diligentemente que por ele sejais achados imaculados e irrepreensível em paz;

SER COMO CRIANÇA: Pedro, 2, 2 –
• 1 Deixando, pois, toda a malícia, todo o engano, e fingimentos, e invejas, e toda a maledicência,
• 2 desejai como meninos recém-nascidos, o puro leite espiritual, a fim de por ele crescerdes para a salvação,

COMPAIXÃO (piedade):
Mateus 15, 22 - E eis que uma mulher cananéia, provinda daquelas cercania, clamava, dizendo: Senhor, Filho de Davi, tem compaixão de mim, que minha filha está horrivelmente endemoninhada.
23 Contudo ele não lhe respondeu palavra. Chegando-se, pois, a ele os seus discípulos, rogavam-lhe, dizendo: Despede-a, porque vem clamando atrás de nós.
24 Respondeu-lhes ele: Não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel.
25 Então veio ela e, adorando-o, disse: Senhor, socorre-me.
26 Ele, porém, respondeu: Não é bom tomar o pão dos filhos e lançá-lo aos cachorrinhos.
27 Ao que ela disse: Sim, Senhor, mas até os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa dos seus donos.
28 Então respondeu Jesus, e disse-lhe: mulher, grande é a tua fé! seja-te feito como queres. E desde aquela hora sua filha ficou sã.